
Durante décadas, avocou a luta dos mais fracos e pagou várias prisões e torturas, sem que isso o impedisse nunca, da capacidade de agir sobre a realidade obscura e tenebrosa do regime fascista.
Dário Bastos, poeta, militante comunista, empenhou-se com o semelhante e bateu-se pela justiça nas zonas mais escusas da sociedade, mesmo depois da Revolução de Abril.
Um património que não é para todos. Mas todos devemos a este ser humano discreto e de sabedoria alguma coisa, ao não se deixar nunca, ficar para trás.
Iniciativa muito digna e oportuna.
ResponderEliminarParabéns aos que a puseram de pé!